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[20/11] :. O fim dos pendrives
[17/11] :. Wi-Fi: Detectando vulnerabilidades com o Kismet [14/11] :. Usando os smartphones com o Windows Mobile como modem, no Linux [14/11] :. Dica para quem tem problemas com o UTF-8 no Wordpress [14/11] :. O sucessor do Nokia E62 [13/11] :. Usando o smartphone como modem Bluetooth, no Windows [12/11] :. Entendendo os ataques de ARP poisoning e MAC flooding [12/11] :. Script paro o Vivo Zap no Linux (atualizado) [11/11] :. Usando o smartphone como modem Bluetooth, no Linux [10/11] :. Debranding e desbloqueio de aparelhos da Nokia [07/11] :. Escolhendo um plano de dados [07/11] :. Barra de endereços do Firefox 2 de volta [06/11] :. Transforme seu smartphone em um hotspot wireless [06/11] :. Script paro o Vivo Zap no Linux [05/11] :. Você sabe o que é EDR? [04/11] :. Economizando com o cliente SIP da Nokia [03/11] :. Teclados QWERTY em smartphones [01/11] :. ARM x x86: O império contra-ataca :. Mais posts » |
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[20/11] :. O fim dos pendrives: O título que escolhi para este artigo é um pouco sensacionalista, mas a idéia é simples. Até 3 ou 4 anos atrás, a mídia mais usada para transportar dados eram ainda os disquetes de 1.44 MB. Foi criada uma cultura tão forte em torno deles que até hoje ainda são vendidos micros novos com drives de 1.44 e ainda é possível encontrar os disquetes à venda em algumas papelarias. Apesar dos CDRs e CDRWs também serem muito populares, os legítimos herdeiros dos disquetes acabaram sendo os pendrives. Com as sucessivas quedas nos preços, hoje em dia quase todo mundo que tem alguma afinidade com tecnologia tem pelo menos um, ou em alguns casos vários deles. Entretanto, apesar de populares, os pendrives estão rapidamente se tornando coisa do passado. A mudança não tem nada a ver com a velocidade, o tamanho ou a capacidade, mas com a massiva popularização dos cartões microSD. Por Carlos E. Morimoto
[19/11] :. Entendendo os processadores de 64 bits: Processadores de 64 bits não são duas vezes mais rápidos nem processam (necessariamente) o dobro de dados por ciclo de clock. A grande vantagem dos processadores de 64 bits é que eles são capazes de trabalhar com endereços de memória de 64 bits, o que permite endereçar muito mais do que 4 GB de memória RAM. Temos também um aumento no tamanho dos registradores, que passam a armazenar 64 bits de informações, em vez de 32, o que representa um pequeno ganho de desempenho. Por Carlos E. Morimoto
[19/11] :. Tutorial: Entendendo os celulares Made in China: Pesquisando em qualquer loja online, você vai rapidamente encontrar centenas de imitações do iPhone ou de aparelhos da Nokia, HTC e de outros fabricantes, produzidos por fabricantes chineses e vendidos sob diversas marcas. Apesar da interface tentar imitar o sistema original, eles oferecem apenas algumas funções básicas, sem permitir a instalação de aplicativos adicionais, nem suporte a 3G. Este tutorial desmistifica o tema, mostrando os componentes e sistemas operacionais usados e mostrando como funciona esse mercado. Por Carlos E. Morimoto
[18/11] :. Dica: O básico para o Debian Lenny no desktop: O Debian é uma distribuição Linux "pura", desenvolvida por voluntários, sem vínculos empregatícios. É uma das mais estáveis, robustas e testadas. Que tal tudo isso no desktop? O uso do Debian por usuários finais é uma questão muito polêmica, que vem sendo discutida há anos: porque o Debian não é tão fácil de se usar em um desktop? Nesta dica, apresentaremos alguns avanços do Debian Lenny nesse sentido, além de dar várias dicas que deixarão seu Debian "liso" e confortável para um desktop. Por Júlio César Bessa Monqueiro
[17/11] :. Tutorial: Testando sem comprar: emuladores do S60, WM, Android e Palm: Quase todos os fabricantes disponibilizam emuladores com imagens pré-carregadas de seus sistemas operacionais móveis como parte do SDK, a suíte de desenvolvimento para a plataforma. Existem emuladores para o S60, S40, Windows Mobile, Android e até mesmo para o Palm OS Garnet. Além de serem muito populares entre os desenvolvedores, que os utilizam para testar a compatibilidade dos aplicativos, eles são também muito úteis quando você tem curiosidade em conhecer melhor como um determinado sistema funciona, sem ter acesso direto a aparelhos baseados nele. Por Carlos E. Morimoto
[17/11] :. Wi-Fi: Detectando vulnerabilidades com o Kismet: Um dos grandes problemas em uma redes wireless é que os sinais são transmitidos pelo ar. Os pontos de acesso e placas utilizam por padrão antenas baratas, que proporcionam um alcance reduzido. Apesar disso, o sinal da sua rede pode ser capturado de muito mais longe por alguém com uma antena de alto ganho. Não existe como impedir que o sinal se propague livremente pelas redondezas (a menos que você pretenda ir morar em um bunker, com paredes reforçadas com placas de aço), de forma que a única forma eficaz de proteção é encriptar toda a transmissão, fazendo com que as informações capturadas não tenham serventia. Por Carlos E. Morimoto
[14/11] :. Usando os smartphones com o Windows Mobile como modem, no Linux: Em posts anteriores falei sobre como usar o smartphone como modem bluetooth através do DUN, que está disponível em aparelhos da Nokia e na maioria dos aparelhos de outros fabricantes, com uma exceção importante: os aparelhos com o Windows Mobile. Até o Windows Mobile 5, o sistema oferecia suporte a DUN e a conexão funcionava perfeitamente. A partir do Windows Mobile 6 (mais especificamente, a partir do WM 5 com o AKU3), a Microsoft decidiu introduzir um novo sistema de compartilhamento, baseado no perfil PAN, que é usado através do "Compartilhamento de Internet". O uso do PAN é vantajoso sobre alguns pontos de vista; o grande problema é que optaram por simplesmente remover o suporte a DUN, obrigando todos os interessados a migrarem para o novo sistema. Isso complicou as coisas não apenas para usuários de outras plataformas, mas também para usuários de versões antigas do Windows, anteriores ao XP SP2. Por Carlos E. Morimoto
[14/11] :. Artigo: Songbird e Mozilla, a dobradinha definitiva para suas músicas: O GNU/Linux trilhou um longo caminho desde o XMMS, o clone do Winamp. A quantidade de tocadores de mídia não parou de crescer: Amarok, Banshee, Rhythmbox, Kaffeine, Kplayer e JuK. Eles têm recursos suficientes para atender a todas as necessidades de um amante da música. Com isso, o Songbird, que ainda não chegou nem à versão 1.0, teria que suar a camisa para fazer frente a esses tocadores de mídia, especialmente no que diz respeito à capacidade de reproduzir não apenas música, mas também vídeo. Mas o Songbird tem um recurso único: ele tem um navegador integrado, o Mozilla, e essa integração com a web expande a gama de possibilidades da coleção de músicas e permite fazer coisas bem legais. Neste artigo, vamos dar uma olhada nos recursos do Songbird que o tornam essencial a qualquer instalação. Por Gary Richmond
[13/11] :. Usando o smartphone como modem Bluetooth, no Windows: Em um post anterior, falei sobre como usar um smartphone como modem Bluetooth no Linux. Apesar da lista de passos parecer longa, na verdade a configuração poderia ser resumida em três passos: fazer o pareamento entre o PC e o smartphone, configurar a porta serial virtual entre os dois e criar a configuração no wvdial (ou outro discador escolhido) para poder então conectar. Vamos agora ver como fazer o mesmo no concorrente. No Windows a configuração é mais automática, já que você pode contar com os discadores oferecidos pelos fabricantes. No caso dos aparelhos da Nokia, por exemplo, você precisa apenas instalar o PC Suíte e usar a opção "Conectar à Internet". É possível também configurar a conexão manualmente, que é o objetivo deste post. Por Carlos E. Morimoto
[12/11] :. Tutorial: 3G com modems USB Huawei 220/226 e E156, e Aiko 82D no Linux: A compatibilidade dos modems 3G USB no Linux é foco de dúvidas freqüentes. Alguns usuários conseguem conectar sem praticamente nenhum esforço, enquanto outros tem dificuldades ou simplesmente desistem antes de conseguirem conectar. O objetivo deste tutorial é desmistificar o tema e mostrar como ativar os modems mesmo em distribuições antigas, onde eles não são detectados automaticamente. Por Carlos E. Morimoto
[12/11] :. Entendendo os ataques de ARP poisoning e MAC flooding: Sniffers como o Wireshark podem ser usandos tanto de forma legítima, permitindo que você monitore o tráfego da rede e localize problemas, quanto de forma maliciosa. Se você estiver em uma rede local, com micros ligados através de um hub ou através de uma rede wireless, outro usuário pode usá-lo para capturar todas as suas transmissões. Isto é extremamente perigoso. Qualquer um que tenha a chance de plugar um notebook na rede ou colocá-lo dentro da área de cobertura de sua rede wireless, poderá capturar dados e senhas suficientes para comprometer boa parte do sistema de segurança da sua empresa. Apenas conexões feitas através do SSH e outros programas que utilizam encriptação forte estariam a salvo. Por Carlos E. Morimoto
[11/11] :. Usando o smartphone como modem Bluetooth, no Linux: Apesar de ser mais associado com o uso de headsets e transferência de pequenos arquivos, o Bluetooth possui dois perfis que permitem que o smartphone compartilhe sua conexão de dados com outros aparelhos, incluindo, naturalmente, os PCs e notebooks. O sistema mais tradicional e mais usado é o DUN (dial-up network), onde o celular simula o comportamento de um modem, permitindo que o desktop "disque" e acesse a rede da operadora através dele. Na verdade, a conexão é estabelecida pelo próprio celular, apenas os pacotes são repassados ao desktop, usando o Bluetooth como uma porta serial. Por Carlos E. Morimoto
[11/11] :. Artigo: Direções para o GNOME 3.0: Na Conferência de Desenvolvedores e Usuários do Gnome, a GUADEC, ocorrida há alguns meses, foi anunciado que teríamos um Gnome 3.0 no futuro, e foram abertas as discussões sobre como realizar essa transição. Desde então, outra reunião de desenvolvedores do Gnome, a User Experience Hackfest, foi realizada para discutir e planejar a modernização da interface. Nos últimos dias surgiram vários posts nos blogs do Planet Gnome discutindo alguns dos acontecimentos dos cinco dias do evento, e eu achei que seria interessante fazer um resumo das idéias sugeridas até agora. Por Jonathan Roberts
[10/11] :. Tutorial: Sistemas de escrita para smartphones: Nos primeiros PDAs o sistema primário de entrada de texto era o reconhecimento de escrita. Com o surgimento dos smartphones, a idéia do reconhecimento de escrita foi abandonada, em favor dos teclados numéricos, teclados QWERT e dos teclados virtuais. O sistema mais simples para a escrita em smartphones com teclado numérico é multitapping, onde você pressiona as teclas repetidamente para inserir as letras e caracteres acentuados. Como conseqüência, aparelhos com ênfase na comunicação por texto e modelos voltados ao uso profissional passaram a utilizar teclados QWERT, seguidos pelo T9, SureType, teclados virtuais e os outros sistemas usados atualmente. Este tutorial explica e compara as opções disponíveis. Por Carlos E. Morimoto
[10/11] :. Debranding e desbloqueio de aparelhos da Nokia: Via de regra, ao comprar um aparelho em qualquer operadora, ele virá com um firmware personalizado, que faz com que ele mostre o logo da operadora na inicialização, entre outras pequenas modificações, que permanecem mesmo depois de desbloquear o aparelho. O grande problema é que no caso dos aparelhos da Nokia, a personalização das operadoras bloqueia a instalação das atualizações de firmware da Nokia. Ao tentar atualizar o aparelho através do Software Updater, ele verifica o código da operadora e permite apenas a instalação das atualizações aprovadas por ela. Como na maioria dos casos as operadoras não se dão o trabalho de verificar e aprovar as atualizações (se limitando a disponibilizar atualizações críticas, ou muitas vezes nem isso), você acaba ficando trancado do lado de fora, sem ter como atualizar o aparelho. Por Carlos E. Morimoto
[07/11] :. Escolhendo um plano de dados: Com a disponibilidade das redes 3G, as operadoras passaram a viver um dilema. Além de permitirem usar o MSN, e-mail e outras formas de comunicação (reduzindo o uso das caras mensagens SMS) as redes 3G podem ser usadas também para realizar chamadas VoIP, o que ameaça reduzir o uso das chamadas de voz. Não estou me referindo apenas ao uso do Skype através de notebook, mas sim de chamadas usando o próprio smartphone, através do Fring e outros aplicativos. Por Carlos E. Morimoto
[07/11] :. Artigo: Uma visão geral das edições do Ubuntu: A grande semana de lançamento do Ubuntu já passou. Embora muitos servidores de download tenham sofrido com tantos acessos, o evento transcorreu de maneira ordenada e sem surpresas desagradáveis. Essa foi a primeira vez em que o DistroWatch anunciou o lançamento de cinco versões do Ubuntu em um mesmo dia, fornecendo links para as versões mais recentes do Ubuntu, do Kubuntu, do Xubuntu, do Ubuntu Studio e do Mythbuntu. Embora as quatro últimas não sejam nada além de versões especializadas do Ubuntu, todas começaram como projetos independentes da comunidade e só se tornaram subprojetos oficiais do Ubuntu mais tarde. Além disso, algumas dessas edições são produtos bastante interessantes, que podem agradar mais a certos usuários do que a edição principal do Ubuntu. Vamos dar uma rápida olhada no que o Ubuntu nos trouxe na semana passada. Por Ladislav Bodnar
[06/11] :. Transforme seu smartphone em um hotspot wireless: Se você tem um aparelho com Wi-Fi (e um plano de dados com tráfego ilimitado) uma forma alternativa de compartilhar a conexão é transformar seu smartphone em um hotspot wireless, compartilhando a conexão via NAT, assim como em um PC com duas placas de rede. A rede 3G passa então a ser a interface da Internet e a rede Wi-Fi a interface de rede local, permitindo a conexão dos micros PC. Se você tiver um carregador em mãos, pode deixar o smartphone ligado por horas a fio, servindo como um verdadeiro roteador 3G. Por Carlos E. Morimoto
[06/11] :. Tutorial: Entendendo a arquitetura dos smartphones: Com a evolução dos smartphones, os aparelhos passaram a incorporar mais e mais funções. O grande problema é que mais funções significam mais chips e mais ciclos de processamento, o que significa um maior consumo elétrico. Como as baterias não evoluem na mesma velocidade que o apetite dos fabricantes (e dos compradores) por novos recursos, oferecer aparelhos compactos e com uma boa autonomia de baterias se tornou uma tarefa cada vez mais difícil. As restrições com relação ao tamanho e ao consumo fez com que o hardware dos smartphones evoluísse em um caminho bem diferente dos dos PCs, com o uso de processadores de baixo consumo e chips altamente integrados. Por Carlos E. Morimoto
[06/11] :. Script paro o Vivo Zap no Linux: As conexões móveis estão se tornando as sucessoras do acesso discado, no sentido de que estão disponíveis em praticamente qualquer lugar, atendendo até mesmo as áreas mais afastadas, onde outras modalidades de conexões não estão disponíveis, além de fazerem a alegria de quem precisa de uma conexão contínua em qualquer lugar para trabalhar ou manter contato com os amigos. Embora existam muitas arestas a aparar, as conexões via 3G são bem suportadas no Linux, muito embora a configuração nem sempre seja tão simples quando poderia. Uma avanço importante foi a adição do suporte a modems 3G no NetworkManager, que já está disponível para os usuários do Ubuntu 8.10. Por Carlos E. Morimoto
[05/11] :. Você sabe o que é EDR?: O padrão bluetooth original oferece uma taxa bruta de transmissão de 1 megabit mas, devido à modulação do sinal, a taxa obtida na prática são apenas 736 kbits em modo assíncrono ou 432 kbits em modo síncrono. Apesar da velocidade ser mais do que suficiente para o uso de headsets USB, conexão de teclados e mouses, ou mesmo para a transferência de pequenos arquivos, ela limita severamente o uso do Bluetooth para algumas funções, como ao criar redes PAN e ao conectar via DUN, usando o smartphone como modem Bluetooth. Como no DUN é usado o modo síncrono de transmissão, a velocidade da conexão fica limitada a cerca de 54 KB/s. A solução para o problema é o padrão EDR, introduzido juntamente com o Bluetooth 2.0. No EDR, a velocidade de transmissão foi multiplicada por três, atingindo 3 megabits de taxa bruta de transmissão, com 2.1 megabits em modo síncrono, suficientes para comportar uma conexão HSDPA sem grandes limitações, além de ajudar bastante na transferência de arquivos. Por Carlos E. Morimoto
[04/11] :. Artigo: O Fedora e o suporte a longo prazo: A notícia de que a Wikipedia estava migrando do Red Hat e do Fedora para o Ubuntu mexeu com a turma do Fedora. O período relativamente curto de 13 meses de suporte do Fedora foi apontado como o maior culpado em uma discussão gigantesca na lista fedora-devel. Algumas pessoas gostariam que o Fedora oferecesse um suporte maior para que pudesse ser usado em ambientes de produção, mas isso indica uma falta de entendimento daquilo que o Fedora se propõe a fazer. A idéia de suportar o Fedora além do período padrão de "dois lançamentos e mais um mês", que costuma bater em uns 13 meses, não é nova. Por Jake Edge
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